Santidade – Usos e costumes nas igrejas

A mudança ocorre de dentro pra fora! Quando você começa a ser moldado pelo Espírito Santo você começa a mudança externa. Santidade é viver a vontade de Deus.

A observância rigorosa de usos e costumes na igreja, sem o ensino da doutrina bíblica, não tem nada a ver com Santidade. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas como só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol, viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata.

A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós e em viver de acordo com a vontade de Deus revelada nas Escrituras. Apesar de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e precisa ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo.

A santidade é progressiva, pois Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Alguns buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.

A santidade não impõe regras e mais regras sobre a pessoa, porque assim se tornaria um “religioso” e não um crente. Dentre os muitos costumes e usos podemos citar as mulheres que saia até os pés a classifica como pura e fiel, também para os homens citamos o fato de deixar a barba e os cabelos grandes como uma representação de alguém religioso, como os monges.

Desta forma a santidade não é apenas uma mudança externa, mais uma forte mudança interna, através do Espírito Santo a pessoa passa num processo de transformação, se tornando a imagens e semelhanças de Cristo, e essa mudança se identifica com frutos e obras.

Enquanto os legalistas estabelecem como dever se vestir ou cortar os cabelos, á outros que exageram no liberalismo dando lugar aos prazeres da carne. Jesus não anulava as leis de Moisés, apenas as olhavas com o coração. Por exemplo, na lei do adultero o homem era julgado se pratica fisicamente, mas na verdade ele já estava adulterando antes, pois o pecado começava no coração do homem.

A santidade é um processo interior que muda as vontades e pensamentos, mas é também no exterior, como no falar, pensar, vestir, em tudo. Por fim, aquele que tem obras, mas não tem transformação interna, mudança no coração, esse não é santo. E os que diz ter entregado o coração as mudanças, mas não as pratica com obras, esse também não é santo.

E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. (1 Coríntios 3:1)

Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. (Efésios 1:4)

Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. (Mateus 24:24)

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